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To the ones that build modern monuments

  • garciacruz5
  • 25 de abr. de 2022
  • 5 min de leitura


Aqueles que constroem os monumentos modernos




“A vergonha devia ter cotação na bolsa; é um elemento importante do lucro”

Viviane




A revolução dos transportes e comunicação levou o mundo a uma evolução, uma cultura globalizada, desregulamentada e virtualizada, este mundo inédito que abriu um novo ciclo de oportunidades e desenvolvimento. Sendo a Internet arauto da era de Aquário, o elemento ar a promover as suas grandes ideias sociais.

Mas encontramos verdadeiros Anjos negros a manipularem-nos que por todas as razões a referir e pelo abuso do livre-arbítrio tornaram-se inimigos de Deus e também, como corolário, tornaram-se também nossos inimigos.

...

O Império (das grandes potencias mundiais), comporta-se como um vampiro que para sobreviver tem de se predador afim de ganhar posição no mundo subdesenvolvido e disputar essas presas às outras potências.

Assim está criado um sistema mundial onde o económico é confundido com o "business", onde a economia de mercado é suplantada por uma economia financeira que, por sua vez, se transforma em economia especulativa, vejamos os fundos de pensões, algo que representa a luta da especulação contra o equilíbrio económico das populações. Todos conhecem a fragilidade das bolhas financeiras. Hoje, pede-se às pessoas que arrisquem suas economias numa economia de casino. A economia mundial encontra-se agora submersa num oceano de bolhas especulativas e sob a ameaça de uma penúria energética grave, afirmam que se trata apenas do desinchar da bolha imobiliária norte-americana e dos seus "danos colaterais" que será superada graças ao funcionamento do "mercado" e às sábias intervenções dos bancos centrais das grandes potências.

Mas a realidade é muito mais teimosa do que esta gente. Esta crise não nasceu em 2007, vem de longe. Desde os princípios da década passada as bolhas e turbulências financeiras internacionais sucederam-se umas atrás das outras. Ao mesmo tempo, a massa financeira global foi crescendo em progressão geométrica. Dívidas públicas e privadas, hipertrofias, negócios com "produtos derivados" foram-se expandindo muito mais além do ritmo de crescimento da economia real.

Outros monumentos modernos, os empresariais, são os novos reinos onde os recursos humanos são agrupados, catalogados e geridos com uma política que oferece propaganda numa mão através da evolução profissional e salarial, importante à realização material, social e humana, enquanto na outra acena o medo do desemprego. Encontramos assim nas administrações das corporações ou governos os Manipuladores e Opressores destruidores de sonhos do Homem, que transformam em escárnio os melhores esforços dos corações mais nobres, marginalizando pelo sentimento de culpa e vergonha, eles colocam em movimento as espirais da degeneração e da morte nas civilizações ocidental e agora também na Oriental.

Vivo na era do planeamento estratégico, no mundo da Administração. Como tal associo Deus, anjos e demónios, a Presidentes, directores e burocratas, mas continuo a preferir morcegos a directores de longos pescoços.

O maior dos males hoje em dia não é perpetrado pelos que estão dentro das cadeias mas concebido e ordenado (objectivos estipulados e cronometrados) em escritórios de carpete bem iluminados, por homens de colarinho branco bem-vestidos e educados, estes anarquicamente banalizam o mundo empreendedor, logo naturalmente o símbolo para o inferno no mundo contemporâneo deverá ser o de um partido político, de uma empresa petrolífera de um departamento administrativo de qualquer entidade financeira. Estes Nefilim que projectam a maldade até à presente hora são superficialmente de boas maneiras, são sempre suaves e gentis, Porém as políticas de represália que espalham são dominantes nas organizações. Por todo o lado o ser rude com o superior seria obviamente suicídio e com um colega atrairia obviamente um atrito indesejado. Todos querem a cabeça do seu próximo e sua desgraça, são especialistas no seu ego e em trair pelas costas, ao mesmo tempo desejam cair na graça do seu superior mesmo sendo este exemplo de que todos estes comportamentos, as boas maneiras, as expressões de profundo respeito e o “reconhecimento” dos serviços prestados pelo seu próximo formam uma fina camada que não consegue esconder a maldade existente.

O factor humano das empresas tem de ser tratado com humanidade para estas terem sucesso, o activo ultrapassa largamente o custo financeiro que a empresa tem se for bem gerida. O Ser humano quando se encontra na posição de funcionário tem que ser estimulado, potencializado e ajudado tanto pela relação pessoal e humana como financeira para que o ciclo cresça e com ele o benefício pessoal, empresarial e civilizacional. Mas a egrégora negra que avança livre e motivada, mais influente que governos, direito legal ou a própria ética, sem preocupações ambientais, eleitorais, deixa para o estado o cuidado com os outros. Como tal não só é necessário uma maior responsabilidade civil mas também uma maior responsabilidade social um conjunto de obrigações de uma empresa perante a sociedade, para o empregado, o consumidor e o cidadão que um só indivíduo, e de programas com contributos positivos para a comunidade. Vai melhorar a imagem da empresa através de envolvimentos de empregados, melhorando a sua satisfação e produtividade. E não os oprimir, chantagear e julgar acabando estes por se julgarem pelo óptica de quem os julgam,

Não estamos sujeitos aos desejos e apetites de nosso corpo, não estamos sujeitos ao conceito de civilização que beneficia o lucro, a especulação, a propaganda, não estamos sujeitos a obras empreendidas por mera popularidade pessoal, ou funções de produção cuja possibilidade tecnológica de uma economia não significa desvirtuar de valor o capital humano. Não somos estúpidos. A própria Função designa uma relação entre grandezas variáveis que entre si mantém determinada dependência, de justiça que a um valor de uma corresponda univocamente um valor de outra y =f(x) , ou seja y é uma função de x. Recebem assim expressão matemático-quantitativo as relações de dependência existentes na Natureza e que se manifestam nesta, sendo não só funcionais mas principalmente causais. Ora toda a causa cria o seu efeito (karmico).

Não vos esqueçais que viestes do Grande sol central para semear a Luz de toda a vida, estabeleçamos metas de projectos auto-realizados no fim da viagem, para que possamos subir as escadas infinitas dos ciclos.

Modificam-me a Natureza interior, (tanto minha alma como genes), tento resistir mas engano-me a mim próprio e deixo-me levar pelos hábitos mentais emocionais desarmónicos,…sou venerável a esta traiçoeira violação do ser que Eu Sou. Não se turve o meu coração que a opção pelo avesso da Luz faz-me amar mais os contornos desta, de forma a escapar ao magnetismo desta situação exterior que me provoca infelicidade. Desejo chamar a vossa atenção para o facto de que nos arquivos da história encontramos tantos exemplos de tirania como nos dias que correm. Mas temos a responsabilidade Hoje de nos esforçarmos para expulsar da estrutura electrónica da nossa carne todos os padrões conflituosos que havemos estabelecido por decisões erróneas e fúteis. Se reconhecermos que temos em comum a faceta omnipresente do conhecimento, dedicados como um só ao serviço do Todo. Quantas catedrais foram construídas por inúmeras mãos anónimas e pelo sacrifícios de muitos corações unidos que, nunca desejando ver o seu nome inscrito numa pedra, mas por amar e adorar o Bem empreenderam em monumentos onde Louvamos (ampliamos e expandimos o Amor) podendo assim realmente tornarmo-nos construtores do templo.


“Nunca o espírito nasceu; nunca o espírito deixará de ser;... Ainda que morta pareça a sua casa””

Bhagavad Gita


Sir Luís Cruz

2010

 
 
 

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